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Ensino On-line Bircham University

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Truques para melhorar a Memória.



Não confundir compreensão com memorização.
Muitas vezes estamos estudando, e nos sentimos bem porque estamos compreendendo e assimilando bem a leitura. Porém, depois de várias horas seguidas de estudo percebemos que já não lembramos muito bem de muitas coisas que já tínhamos compreendido. Quando lemos, temos uma capacidade infinita de assimilar idéias, no entanto, temos uma capacidade bastante limitada para recordar conceitos. Portanto, se não administramos bem o uso da memória, teremos que dedicar mais do que o tempo necessário para consolidar os novos conhecimentos em nossa mente.

Não estudar mais de 3 horas por dia.
Para compreender e memorizar ao mesmo tempo, temos que levar em conta que a memória durante a aprendizagem tem esta tendência: Depois de duas horas de estudo intenso, nossa capacidade de memória se reduz a 50%, depois de três horas a 30%, e assim sucessivamente, por isso não deveriamos forçar mais de três horas de estudo por dia.

Utilizar descansos estratégicos.
Se o tema exige mais de três horas de dedicação por dia, temos que compensar a diminuição produzida no nível de memorização, durante este estudo tão prolongado. Para isso, temos que permitir à mente períodos estratégicos de descanso. Se não fizermos isso, a mente começará a dispersar-se por si mesma em um par de horas. Então descobriremos que estamos pensando as coisas mais absurdas, sem poder fazer nada para evitar. E será cada vez mais difícil manter a concentração no estudo. Essa distração é um recurso do nosso cérebro para descansar.

Se a cada 30-40 minutos descansamos entre 5 e 10 minutos, dotaremos nossa mente da capacidade de recuperar os níveis de memorização reais. Descansar não significa comer um sanduíche ou telefonar a um amigo, etc. Descansar significa realizar um exercício de relaxamento mental (respirar, meditar, dormitar uns minutos, etc...).

Estabelecer uma rotina de repassos a longo prazo.
Um fator que poucos estudantes e profissionais levam em conta é o funcionamento da memória a longo prazo. Os repassos são muito importantes, já que 80% do que estudamos, perdemos depois de 24 horas.

Se realizamos um repasso estratégico de 10 minutos depois de estudar, nos dois primeiros dias, outro depois de uma semana, outro dentro de um mês, e outro aos seis meses, conseguiremos manter o que foi estudado a longo prazo, chegando ao ponto de somente ter que repassar 10 minutos, uma vez por ano, para manter nossos conhecimentos completamente frescos na memória.


A nutrição melhora a memória.
Em geral, a primeira das funções cerebrais que vai desteriorando é a memória. Esta deterioração começa no indivíduo médio mais ou menos aos 30 anos. Uma pessoa pode mudar de comportamento, melhorar suas habilidades, e potenciar sua vida, somente na medida em que seja capaz de armazenar nova informação na memória a longo prazo, e logo recordá-la. Se tal capacidade declina, a pessoa se converte em um autômato, incapaz de aprender nada novo, repetindo sempre hábitos e lembranças cada vez mais distantes no tempo. A quantidade de neurotransmissores, substâncias que permitem o intercâmbio de informação entre os neurônios, determina se o armazenamento de uma informação como memória terá ou não lugar. Se a quantidade de neurotransmissores não é suficiente, o armazenamento da memória sofre uma distorção.

* Serotonina. É o principal neurotransmissor envolvido na memória. Por isso, em geral, lembramos melhor o material estudado se dormimos depois, já que durante o sono é segregada uma maior quantidade. A serotonina é sintetizada nos neurônios cerebrais a partir do aminoácido L-Triptófano. Para poder aumentar seus níveis no nosso sangue, devemos periódica e equilibradamente ingerir proteínas (carnes, peixes, lácteos, soja), acompanhadas de algum alimento rico em hidratos de carbono, como pão integral, pasta ou arroz. Existem complementos de L-Triptófano em lojas especializadas.

* Acetilcolina. É outro neurotransmissor envolvido na fixação da informação na memória. É bom tomar periodicamente um complemento nutricional que contenha lecitina de soja, ácido pantotênico e vitaminas do complexo B.

* Anti-oxidantes. A maior parte do dano que sofrem os neurônios ocorre pela oxidação e o envelhecimento. Prolongaremos a vida de nosso cérebro, se tomarmos um complemento nutricional com vitaminas A, E, C, selênio, coenzima Q10, e se possível, com acetil-l-carnitina.

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